quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CONGREGAÇÃO E SERVIÇO

Texto áureo: João 13: 12-17
Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito?
Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.
Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros.
Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou.
Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.
INTRODUÇÃO:
Para traçar uma linha que vai de um homem até uma congregação de DEUS, temos que observar a história de Abraão e o povo de Israel.
Em Genesis 35:9 – 12 DEUS promete à Jacó, que passou a ser Israel, o cumprimento da promessa que fez a Abraão. Essa promessa implica em um povo que vive junto, congregando.
Prova disso é que os 12 filhos de Israel,  tiveram filhos e estavam de fato juntos, congregando, no deserto com Moises:
E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo a ordem do SENHOR; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel. (Números 13:3 )
Até aqui temos uma linha que mostra a congregação desde o projeto até o deserto, e no deserto mesmo vemos que o ajuntamento do povo é chamado congregação.
Falou mais o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo: (Números 1:1 )
E assim o povo congregou segundo os registros até os dias de JESUS (João 12:12), Este, por sua vez, em momento algum revogou a congregação ou deu margem para alguém se isentar dela.
DA CONGREGAÇÃO:
Jesus lavou os pés dos discípulos para exemplificar tanto a congregação, e também o dar-se ao invés de receber somente.
No versículo 12 do texto vemos JESUS junto com seus discípulos, reunidos em volta de uma mesa.  Naquela ocasião, o “povo de DEUS” também estava reunido para a grande festa em Jerusalém, ou seja, por determinação de DEUS, estavam reunidos, ajuntados, congregando.
Nesta ocasião, em que JESUS celebrou a ceia, também ajuntou os discípulos em uma mesa, o que também enseja a congregação.
Assim como todas as epistolas escritas, tanto por Paulo, Pedro ou qualquer dos autores, Judas escreve uma carta que no capítulo 1 e versículo 1 já se percebe que é endereçada para um grupo de pessoas, uma congregação, talvez esta carta tenha passado por mais de uma congregação, mas com certeza Judas não “xerocou” a carta e entregou uma cópia pra cada cristão que vivia sozinho sem congregar, tão pouco havia chance de publicar a carta em um mural no centro da cidade em meio a perseguição.
Com certeza o povo estava congregado e submetido a um líder da congregação, ao contrario do que vemos no versículo 8 do capítulo 1.
Congregar é instituição de DEUS!
DO SERVIÇO:
A partir do versículo 14 do texto áureo, vemos JESUS dando exemplo de serviço, induzindo os seus servos à servir e dando a ordem diretamente para servirmos uns aos outros.
Não há o que se questionar na conduta irrepreensível de JESUS, cabe sim observar.
Levando em consideração a desvirtuação da idéia de congregação nos nossos dias e o fato de que congregar implica em servir, como JESUS deu exemplo de serviço no meio da congregação, devemos observar que a congregação por si só não basta, congregar pra receber somente, ficar rico, muito menos.
Um dos propósitos da congregação é servir a DEUS e ao próximo!!!
Servir é fundamental para transformarmos nosso instinto competitivo em cooperador.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PALAVRA DA SEMANA

1 Pedro 2:18-25
Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus.
Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente.
Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.
Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.
O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.
O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente;
Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.
Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas.
Pedro usa as palavras para escrever a um povo incrédulo, e nestes versículos ele passa a mensagem da cruz, ou seja, prega com palavras o que JESUS pregou exemplificando.
Seguindo o exemplo estaremos pregando e ao mesmo tempo louvando a DEUS.
“Pregue, pregue, pregue, se necessário fale” (autor desconhecido)
Esta frase fala sobre muitas coisas, uma delas é louvor.
Louvor lou.vor sm (de louvar) 1 ato de louvar. 2 aplauso, elogio, encômio, barulho. 3 apologia de uma obra meritória. 4 glorificação. Antôn: censura, crítica.
Em Salmos nº 66:8, o salmista diz para que se faça ouvir o louvor/barulho: “Bendizei, povos, ao nosso Deus, e fazei ouvir a voz do seu louvor
Todo nosso movimento, nosso viver e nosso cantar gera barulho, se este for louvor, DEUS recebe.
Em Efésios 1:6 a bíblia nos fala que DEUS nos fez diferentes da forma caída para agradarmos a Ele: “Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado
A confirmação de que fomos feitos diferentes para louvar a DEUS está em Salmos nº. 40:3, pois o barulho agora é novo diferente do velho: “E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
Em 1 Coríntios 4:7 vemos que a diferença é de DEUS, que se não for por Ele, não se pode ser diferenciado para realizar a vontade de DEUS, louvar: “Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?
A diferença é proveniente de DEUS e não há possibilidade de consegui-la por meios alheios, pois o único que pagou o preço para religar o homem a DEUS, fazer retornar o homem a idéia original, a essência, foi JESUS, que por ter pago o preço se tornou SENHOR.
Tornar um homem decaído da posição de adorador (o que louva) à um adorador em espírito e em verdade, é parte do SENHORIL de JESUS. Por isso só Ele consegue religar o homem a DEUS.
1 Coríntios 14:7: “Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara?
 Aqui Paulo fala sobre quem ora em línguas, que ore para si ou que interprete. E faz uma analogia com quem toca flauta e citara.
O mesmo exemplo serve para quem louva verdadeiramente, e o que assume uma forma de adorador, mas não sabe o que é louvar.
Quando está em postura de louvor, toca uma flauta que faz som de citara, e quando deixa a postura, seu barulho é som de citara.
Enquanto que o que tem uma conduta reta perante o senhor, o louva com toda a sua existência, com todos os seus movimentos, todos os seus barulhos, de todo o seu coração, está tocando uma flauta e quando assume uma postura de quem louva continua tocando a mesma flauta
Dessa forma, aquele que louva verdadeiramente, fará a diferença naturalmente, o resultado do seu louvor, é uma conduta cristã diferente da mundana que prega por si só.
Nunca esquecendo que pregar com palavras também é correto:
Provérbios 10:11: “A boca do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos.
A boca do justo deve falar de JESUS (a vida).
João 7:37: “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.”
JESUS é a vida, e pregou isso falando também, alem dos exemplos que deu.
Amém!

Lord Bless You!!!